Como lucrar na Black Friday usando o Big Data

Saia na frente: antecipe suas estratégias e prepare seu cadastro para a Black Friday e as festas de final de ano

Naturalmente, o fim de ano é caracterizado por oferecer grandes oportunidades de venda a diversos segmentos de mercado devido a datas comemorativas e promocionais.

Uma delas é a Black Friday, termo criado pelo varejo nos Estados Unidos para nomear a ação de vendas anual que acontece na sexta-feira após o feriado de Ação de Graças no país. No Brasil, é o maior evento de e-commerce do ano e, em 2017, ocorrerá no dia 24 de novembro, com expectativa de aumento de faturamento em até 20%. De acordo com uma pesquisa realizada pelo Google, dois terços das compras efetuadas durante o evento são feitas em sites já conhecidos pelos consumidores. Assim sendo, é imprescindível, para empresas que desejam se destacar, traçar consistentes estratégias de venda e comunicação.

Para organizar uma liquidação,é importante definir se a empresa participará com lojas físicas, online ou em ambos os canais, assim como agregar a carteira de clientes com potenciais compradores. Substancial no meio web, a comunicação através de campanhas de marketing digital e o uso de ferramentas inerentes a esse universo podem tornar um negócio conhecido antes da data, potencializando suas expectativas de lucro. Não somente com vista a aumentar o fluxo de consumidores no e-commerce durante o período, esta é uma oportunidade para conquistar novos clientes fiéis, aumentando seu ciclo de vida na empresa.

Os sites de pesquisa, comparação e compra trouxeram mais poder para o consumidor, que agora passa a influenciar diretamente nas ações das organizações. Ao mesmo tempo, o avanço do Big Data e das tecnologias de armazenagem de dados e informações de compradores auxiliam as empresas nas práticas de CRM. Os formulários coletados por sites de compra devem ser usados de forma perspicaz para compreender pelo que o usuário realmente busca. O e-mail marketing, por exemplo, tinha a função de destacar a essência da companhia e, hoje, é usado também como estratégia de fidelização, percebendo os desejos pessoais do consumidor.

Nesse sentido, saber o que fazer e como aprimorar o banco de dados é uma das principais questões, uma vez que muitas empresas ainda não se utilizam dos recursos disponíveis para expandir a capacidade de interação com o cliente. Ainda não executado por antigos modelos de organização, unir inteligências de marketing e TI é importante para entender o perfil do usuário e, assim, realizar ofertas pertinentes aos seus hábitos de consumo. Logo, um dos primeiros passos para ter retorno em vendas é deter um cadastro de clientes completo e aproveitável, possibilitando melhor conhecimento do público e a criação de estratégias de negócio mais produtivas.

Higienizar e enriquecer a base de dados são processos essenciais para a otimização dos trabalhos realizados pelas diversas áreas da empresa, não somente pelo marketing. Tais procedimentos, eficientes e de baixo custo, colaboram com as operações comunicacionais por meio da redução do volume de mala direta e correspondências devolvidas, além de proporcionar economia da verba. Primeiro, higieniza-se o cadastro através de um software que valida endereços, recupera partículas do logradouro e DDD, e insere dados atualizados, mantendo-o íntegro e qualificado. Depois, o serviço de enriquecimento adiciona informações – cadastrais, socioeconômicas e psicográficas – à base, permitindo a implementação de novos canais de contato com cada perfil de consumidor e a segmentação da audiência.

Afinal, é importante frisar que os principais bureaus de dados do mercado, como a TargetData, que atua há mais de 15 anos no Brasil, possuem atualizações periódicas de suas bases de dados. Isto posto, é notável a chance de agregação de novas informações, viabilizando uma melhora substancial na assertividade das ações de marketing direto e das diversas áreas empresariais. Um procedimento rotineiro realizado pela TargetData, por exemplo, é a higienização da base de e-mails, em que se identificam e-mails hardbounces (não mais existentes) no cadastro e os substituem por outros já validados. De forma direta, quanto maior for a quantidade e a qualidade dos dados a serem trabalhados, maior será a chance de o consumidor ter uma boa experiência de compra e retornar ao site em ocasiões futuras.

 

Ivana Avellar – Marketing e Produtos

Importância da Qualidade dos Dados para as Fintechs

Estrutura enxuta, novas experiências ao usuário, serviços menos burocráticos e característica tecnológica. As fintechs – startups voltadas para o mercado financeiro – têm ganhado cada vez mais espaço no mercado, ameaçando ou mesmo reinventando o tradicional serviço oferecido pelos bancos.

Já existe fintech para quase todos os modelos de negócios. A de maior popularidade é o Nubank, que já recebeu mais de um milhão de solicitações do cartão de crédito sem vínculo com conta bancária. Já o Banco Original, empreitada do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, tem como objetivo ser uma instituição sem agências, em que o relacionamento com o usuário é 100% digital. Existem ainda plataformas de concessão de crédito, como a Biva e a Easy Crédito, assim como apostas em plataformas de negociação online para recuperação de dívidas, a exemplo do Dr. Débito e Quero Quitar.

Porém, apesar das novas propostas trazidas por estas empresas, os fornecedores estratégicos continuam os mesmos do mercado financeiro tradicional, especialmente no que se refere à qualidade dos dados do consumidor inadimplente. “Na Quero Quitar, temos um trabalho feito junto com a empresa credora, em que ela traz os dados que tem naquele momento para apoiar o processo. Então são dados firmados em contrato com o cliente e nem sempre estão atualizados. Temos de localizar os dados dos credores e quem pode ajudar neste processo são os bureaus de dados”, conta Marc Lahoud, CEO da Quero Quitar.

Neste cenário, a TargetData, um dos principais bureaus de informações do país – com constantes atualizações em suas base de dados e suporte operacional e tecnológico personalizado, possui dados que melhoram os processos dos seus clientes.

Para facilitar a atividade de avaliação de crédito, prevenção à fraude e localização de inadimplentes, a TargetData disponibiliza ao mercado informações de mais de 200 milhões de Pessoas Físicas e mais de 38 milhões de Pessoas Jurídicas. Tudo isso para garantir aos seus clientes e ao mercado financeiro (incluindo fintechs), a utilização de soluções inovadoras – posicionando-as em um novo patamar na qualificação de suas base de dados.

Fonte: Blog Televendas & Cobrança

O impacto da má qualidade de dados no resultado de suas ações

Atualmente, as empresas estão tratando a gestão de dados de contato como prioridade. Isso porque 88% das empresas possuem uma estratégia de big data implantada ou estão planejando introduzir uma nos próximos 12 meses. Destas, 64% já atribuíram parte de seu orçamento de TI para tal finalidade. Além disso, 84% reconhecem dados como sendo uma parte integral da formação de suas estratégias de negócios. Essas estatísticas não deveriam surpreender. De acordo com os respondentes da nossa pesquisa, o principal motivador para o desejo de dados de qualidade é conquistar novos clientes (39%). Como pode ser observado no gráfico, as próximas três razões também se relacionam com a melhoria da experiência do cliente. Dados de contato influenciam sua capacidade de se comunicar e definir, de forma precisa, o perfil de clientes. Trabalhar com dados imprecisos afeta não apenas os custos e o atendimento ao cliente, mas também limita sua estratégia de vendas.

Dados de Contato Imprecisos

Apesar do forte investimento na qualidade de dados que foi anteriormente mencionada, as empresas ainda se deparam com sua base de dados repleta de inconsistências. As empresas se esforçam para prever quando e onde o próximo problema com dados ocorrerá. A maioria atribui problemas de qualidade de dados a erro humano; mas a falta de conhecimento, recursos humanos e tecnologia também impactam o progresso dos negócios. De todas as empresas que responderam à pesquisa, 23% acreditam que seus dados de clientes e prospects estejam imprecisos de alguma maneira, formato ou forma. Os principais erros reportados foram dados incompletos ou faltantes (60%), seguidos por informações desatualizadas (54%) e dados duplicados (51%). Os diferentes tipos de erros de dados ocorrem tanto internamente quanto externamente. Desafios internos incluem erro humano e falta de conhecimento, como mencionamos anteriormente. Noventa e quatro por cento das empresas tiveram algum tipo de desafio interno no aprimoramento da sua qualidade de dados. A falta de conhecimento em ferramentas ou habilidades foi a maior barreira para os negócios; ao passo que a variedade e o volume de dados com o que lidamos aumenta exponencialmente, a necessidade de funções especializadas para tratar da qualidade de dados também aumenta.

 

Em muitas empresas, o departamento responsável pela limpeza dos dados de contato é o TI. No entanto, nos últimos anos tem-se notado uma mudança de responsabilidade na qualidade de dados meramente de TI para um foco de negócios mais holístico. Os Diretores de Tecnologia e Informação (CIO) e os Diretores de Tecnologia (CTO) ainda estão mais propensos a serem responsáveis pelo gerenciamento de dados; contudo, estamos agora observando funções especialmente designadas à supervisão e à gestão dos dados. O Diretor de Dados (CDO – Chief Data Officer) é um exemplo disso. Diretores de Marketing, com clientes digitalmente conectados, esperam agora ter um maior domínio com relação aos dados.

Fonte: Piattino Lead Intelligence

O valor dos dados no contexto da mídia programática

Aprimorar análises de Business Intelligence, entender o perfil de cada público e decifrar o caminho para gerar conversões são alguns dos inúmeros benefícios do uso de dados na compra de mídia

Cada vez mais, principalmente no mutante cenário da publicidade, ouve-se falar de mídia programática. O processo se baseia na automatização da compra de mídia, ou seja, um computador estabelece qual anúncio deverá ser exibido para um determinado grupo de pessoas – um cluster. Se utilizada de forma precisa, é possível entender o perfil dos consumidores e estabelecer uma base de dados assertiva, de forma a viabilizar a individualização da comunicação para potenciais clientes, em grande escala e sem custos adicionais. Além da alta segmentação, há o benefício do aumento da inteligência de mercado: uma vez que a comunicação se torna mais eficaz com a utilização da mídia programática, ao criar campanhas iguais para audiências distintas, por exemplo, pode-se analisar quais dessas variáveis geram melhores resultados.

Em paralelo à esta tendência, os anunciantes se mostram mais maduros, tendem a explorar novas oportunidades e buscam pela otimização de seus investimentos em mídia. O surgimento de um novo tipo de interação entre a máquina e o homem, baseado na união da força de cálculo de uma máquina com a experiência humana, possibilita maior aprendizagem sobre o comportamento dos targets expostos a certa mensagem publicitária. Assim, o especialista em programática, visando entregar melhores resultados, poderá examinar os objetivos do anunciante e de sua respectiva audiência com o auxílio de todos os dados coletados e personalizáveis como situação familiar, idade, interesses, etc. Nesse contexto, portanto, é imprescindível o entendimento, mapeamento, tratamento e ativação da mídia, processos básicos relacionados ao Big Data. Logo, quanto mais dados forem usados para mapear a audiência e os resultados e melhor estruturados forem os KPI’s, há mais chance das conversões se estabelecerem.

Ademais, indispensável no que se refere ao contato com o consumidor, criar campanhas e desenvolver estratégias precisas de comunicação no ambiente mobile são ações que devem estar no radar de agências e anunciantes. Uma estratégia que potencializa o marketing digital é a segmentação por área demográfica aliada à compra de mídia programática, uma vez que existe a possibilidade de realizar ofertas personalizadas aos usuários no momento em que vivenciam certa experiência. Não menos importante, para alcançar o almejado e árduo objetivo de reter a atenção do internauta, também deve-se investir em outros canais inerentes ao universo digital (como as redes sociais) e em ferramentas de marketing direto (e-mail marketing, mala direta e SMS, por exemplo).

Visando maior eficiência desse tipo de investimento, é ideal que todo o ecossistema de compra de mídia se una. Progressivamente, empresas de diversos segmentos têm aderido às DMPs (Data Management Platform), plataformas que realizam coleta, organização e análise de dados de forma a segmentar o público, ampliando o alcance e engajamento desses clusters. Este recorte de audiência se constitui da 3rd party data enriquecida com uma base 1st party, ou seja, através do cruzamento de dados cadastrais e comportamentais. Em vista disso, é de fundamental importância que estes dados sejam qualificados, completos e continuamente atualizados.

Empresas de banco de dados, como a TargetData, atuam no mercado fornecendo informações para estas DMPs, assim como para o varejo, atacado, indústrias, bancos e instituições financeiras. Há mais de 15 anos neste segmento, a TargetData estabelece uma parceria e fornece dados de audiência ao Zipline do KBM Group (pertencente à WPP), plataforma que realiza análises e insights de marca aos profissionais de marketing justamente a partir da coleta destas informações. O mesmo processo de fornecimento de dados é realizado para as DSPs (Demand-Side Platform) DoubleClick Bid Manager, do Google, e MediaMath, assim como para a Oath (AOL e Yahoo!), grande corporação do mundo telecom. A contratação é feita diretamente pela agência/trading desk e pelas DSPs, e o primeiro passo se baseia na escolha das segmentações que serão aplicadas às audiências. O inventário de clusters da TargetData é extenso, possibilitando uma definição precisa do target e mais efetividade para a campanha através da seleção de dados como classe social, profissões por nível de atuação, clusters de compradores online, de potenciais investidores, entre muitos outros.

Ivana Avellar – Marketing e Produtos | TargetData

TargetData é apoiadora oficial do Private Label 2017

Exclusivamente voltado ao mercado de Marcas Próprias e Terceirização, o Private Label oferece às empresas que atuam em diferentes segmentos – indústrias, atacadistas, distribuidores, varejistas e prestadores de serviços – um espaço rico para conhecer potenciais clientes e a oportunidade de desenvolver parcerias duradouras. É a única feira de negócios para o setor na América Latina, e estimula investimentos para o desenvolvimento de marcas próprias no Brasil.

Atualmente, o setor de marcas próprias passa por uma nova fase de evolução no Brasil. O maior foco do varejista é ter seu produto com qualidade igual ou superior à de produtos de marcas de referência. Assim, na contramão da crise brasileira, as vendas destes produtos têm altos índices crescimento.

Como apoiadora oficial dessa edição do evento, a TargetData acredita na importância da participação das empresas nos diversos acontecimentos e experiências proporcionados pelo Private Label. Dessa forma, é possível fomentar os contatos com empresas atuantes no mercado de marca própria e terceirização em nível internacional, assim como promover a troca de informações sobre produtos, tendências, inovações, bens e serviços para o desenvolvimento desses setores. Ademais, o ambiente será propício para a consolidação de parcerias, prospecção de clientes e fechamento de prósperos negócios.

Perfil dos visitantes:

ATIVIDADE PRINCIPAL
33% Alimentos e Bebidas
27% Cosmético, Farmacêutico, Químico, Saúde
23% Vestuário
16% Serviços

ATUAÇÃO DOS PROFISSIONAIS
75% Tomadores de decisão (diretores e gerentes)
15% Coordenadores, analistas e representantes
7%Consultores
3% Outros

Para mais informações, acesse http://privatelabelbrazil.com.br/.

Número de empresas inadimplentes sobe 15,9%

O número de empresas inadimplentes chegou a 5,1 milhões em maio, maior quantidade desde março de 2015, quando o levantamento da Serasa Experian começou a ser feito. Na comparação com maio de 2016, houve aumento de 15,9%. O total das dívidas das empresas foi de R$ 119,2 bilhões, com cada uma tendo em média 11 dívidas, o que totaliza um valor médio de R$ 23 mil.

Segundo o levantamento, a maioria das empresas inadimplentes é do setor de serviços (46,7%), com aumento de 1,5 ponto percentual em comparação com maio do ano passado. No comércio, houve queda de 1,3 ponto percentual, fazendo com que o setor corresponda a 43,7% do total do índice. A indústria responde por 8,7% da inadimplência, queda de 0,2 ponto percentual em relação ao ano anterior.

Segundo economistas da Serasa, a retração nas vendas e no ritmo de produção devido à longa recessão pela qual passa a economia brasileira tem debilitado o fluxo de caixa das empresas.

Ao mesmo tempo, as dificuldades de acesso ao crédito, que se mantém caro e escasso, prejudica a gestão financeira das empresas. “Tudo isto leva a inadimplência das empresas a patamares recordes, sendo absolutamente necessários que processos de renegociação ocorram entre credores e devedores para que tais dívidas possam ser equacionadas e regularizadas”, dizem economistas.

De acordo com os dados da Serasa, mais da metade das empresas em situação de inadimplência estão no Sudeste do país (53,6%). O Nordeste tem 16,7% do total de empresas com dívidas atrasadas e o Sul tem 15,7% do total.

O Centro-Oeste aparece com 8,5% e o Norte com 5,4% do total dos CNPJs em negativo no país. Entre os estados, São Paulo apresenta o maior número de empresas negativadas: 32,3% do total. Em seguida, vem Minas Gerais (11,1%) e Rio de Janeiro em terceiro (8,1%).

Fonte: Valor Econômico

Crie uma Jornada de Relacionamento one-to-one

VANTAGENS:

1. AUTOMAÇÃO COMPLETA DE TODO O RELACIONAMENTO

E-mails marketing e SMS são excelentes ferramentas de relacionamento, pois são diretos e pessoais, permitindo que a marca entre em contato com os clientes de uma maneira mais próxima.

E essa é uma oportunidade de ouro para compartilhar conteúdo relevante a fim de conduzir o usuário pelo funil de vendas.

2. OTIMIZAÇÃO DE TEMPO

Quem automatiza não perde tempo com fluxos operacionais e, consequentemente, consegue se dedicar àquilo que realmente faz a diferença nos resultados: a estratégia. Assim, aproveite o tempo ganho com a automação para acompanhar seus resultados e otimizar sua estratégia em todas as vertentes: e-mail marketing, site e blog, redes sociais, anúncios pagos e assim por diante.

3.REDUÇÃO DE FALHAS

Investindo em estratégias de automação, o usuário poderá enviar uma enorme quantidade de e-mails automaticamente, por meio de campanhas preconcebidas com base nos dados comportamentais dos clientes que as receberão. Esse processo permitirá que a empresa colha ótimos frutos, alcançando um grande número de pessoas por meio de mensagens e campanhas personalizadas, atraentes e que atinjam o público no momento certo de sua jornada de compra.

4. GERAÇÃO DE VALOR AGREGADO

A conquista e a qualificação de leads é também uma das grandes vantagens da automação. Ao programar uma resposta nas redes sociais, por exemplo, você está potencializando as chances de um simples seguidor se tornar um visitante assíduo da sua página.

5. FIDELIZAÇÃO

A fidelização de clientes e a construção de sua credibilidade é outro benefício possível com a automação. Ao programar uma régua de relacionamento para informar seus clientes sobre o status de um pedido, por exemplo, você está nutrindo uma relação de confiança.

Fonte: Akna

Estudo mostra perfil do consumidor inadimplente brasileiro

Levantamento feito pela área de Decision Analytics mostra que maioria dos negativados possui entre 41 e 50 anos; a classe social mais atingida tem renda entre 1 e 2 salários mínimos e representa 39,1% do total

Estudo desenvolvido pela área de Decision Analytics da Serasa Experian, responsável por análises de informações sobre os consumidores e empresas, mostra o mais atualizado perfil do inadimplente brasileiro. O levantamento é referente a maio de 2017, quando o número total de consumidores negativados atingiu o recorde histórico de 61 milhões, impulsionado pelo desemprego e a recessão econômica.

O estudo mostra que a maioria dos inadimplentes (19,4%) tem idade entre 41 e 50 anos. Em segundo no ranking de participação entre os inadimplentes estão os jovens de 18 a 25 anos, que respondem por 14,9% do total. Veja, na tabela abaixo, os percentuais referentes a todas as faixas etárias:

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Os homens representam 50,9% dos inadimplentes. A classe social mais atingida é a que tem entre 1 e 2 salários mínimos, que representa 39,1% do total. Em seguida, vem a classe que ganha entre 2 e 5 salários mínimos (11,7%). Confira abaixo:

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A maioria dos 61 milhões de inadimplentes possui apenas uma dívida (37,3%). O estudo também aponta que 30,7% dos consumidores negativados possuem quatro dívidas ou mais. O percentual de consumidores com duas dívidas é de 19,9% e 12,1% do total possui três dívidas.

Segundo Julio Guedes, diretor de Decision Analytics da Serasa Experian, a Serasa pode auxiliar as empresas credoras a tomar as melhores decisões para recuperação de crédito. “É essencial que o mercado possa entender o cenário econômico, por meio de análise de informações, para desenvolver estratégias que possam impulsionar o crescimento do país”, afirma.

A área de Decision Analytics é uma unidade de negócios da Serasa Experian especializada no fornecimento de plataformas, soluções e serviços para gestão de risco de crédito, prevenção à fraude, gestão de portfólio, otimização, prospecção e recuperação de clientes.

Inadimplência por região e estados

O estudo também mostra que a região com maior percentual de inadimplentes do país é a sudeste, com 45,2% do total, seguida da região Nordeste, que corresponde a 25,1% do total. O Sul do país é o terceiro colocado do ranking, com 12,8% dos negativados. Norte e Nordeste ficam em quarto e quinto lugar, respectivamente.

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A tabela abaixo mostra o número total de inadimplentes em cada estado e o percentual de inadimplentes em relação à população adulta:

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Fonte: Blog Televendas

As principais tendências do consumo em 2017

Relatório da Euromonitor International aponta que consumidores estão cada vez mais exigentes

Os consumidores estão mais exigentes do que nunca e utilizam ferramentas digitais para expressar e satisfazer suas necessidades. Quem afirma é o relatório anual The top 10 consumer trends for 2017, divulgado pela Euromonitor International, que aponta as principais tendências que devem influenciar o cenário de consumo em 2017.

Segundo o estudo, as pessoas querem comprar mais rápido, com segurança e conveniência. Elas também buscam autenticidade e personalização no que compram. Quem tem necessidades especiais, como alimentação dietética, está pressionando o mercado para ser melhoratendido. E as exigências dos clientes se estenderam para as experiências de pós-compra e seu relacionamento com as marcas mesmo depois de concluir a transação.

Confira as principais tendências de consumo para 2017:

1 – Envelhecimento: uma narrativa em transformação. Este ano, quase um quarto da população mundial terá mais de 50 anos. O principal efeito desse recorde é a intensificação da chamada “economia da longevidade”.

2 – Consumidores em formação. A realidade das famílias faz com que as crianças tenham mais influência – e até atuação – nas escolhas de consumo familiar.

3 – Consumidores extraordinários. A internet permite que os consumidores busquem produtos e serviços exclusivos, personalizados e exóticos. E é isso o que eles estão fazendo.

4 – Compras mais rápidas. As pessoas estão cada vez mais impulsivas e em busca de gratificação imediata.

5 – Get real: o fascínio da autenticidade. A autenticidade das marcas deve ser um excelente valor para o consumidor em 2017.

6 – Identidade em fluxo. A diversidade não é mais uma teoria e as marcas precisam de fato repensar seu público-alvo, onde estão e como interagem.

7 – Personalização. Em 2017, possivelmente, aceitaremos o fato de que um produto produzido industrialmente pode ser personalizado ou customizado – pelo menos em parte.

8 – Pós-compra. Este é o ano em que os consumidores prestarão mais atenção nas suas experiências pós-compra, que cada vez mais será entendida como parte da oferta de valor de um produto ou serviço.

9 – Privacidade e segurança. Em nosso mundo volátil, diz o relatório, os consumidores estão cada vez mais preocupados com sua própria segurança e também a de seus entes queridos.

10 – Bem-estar como símbolo de status. A vida saudável está se tornando um símbolo de status, por isso mais e mais consumidores optam por ostentar sua paixão pelo bem-estar pagando por sessões de “boutique fitness”, roupas altamente esportivas, alimentos com propriedades saudáveis e férias de alta qualidade.

Fonte: Serasa Experian e  Euromonitor International

Dez dicas para pequenas empresas fazerem bom uso de dados

Gestão eficiente da base ajuda a alavancar negócios e gera um crescimento seguro.

Tem se tornado muito frequente o uso do termo big data no mundo do marketing digital. Por definição, este conceito se aplica a conjuntos de dados extremamente grandes que podem ser analisados para revelar padrões, tendências e associações, especialmente relacionadas ao comportamento humano e interações.

Embora as pequenas empresas nem sempre lidem com big data, ele não deixa de ser crucial para o seu dia a dia. Dados de contato, em particular, são fundamentais e podem definir o sucesso dos negócios. Os especialistas da Experian prepararam dez dicas para garantir a qualidade dos dados para pequenas empresas. Confira:

1. Comunicação de marketing eficaz:
Sua campanha pode ser perfeita, mas o esforço será inútil se os dados não forem confiáveis. Coletar dados precisos e mantê-los pronto para uso são processos importantes para alavancar as suas ações.

2. Mensagens personalizadas: Personalização, mesmo no nível mais básico, pode melhorar suas campanhas de marketing e ajudá-lo a fornecer conteúdo mais relevante para cada indivíduo. Desde tratar cada contato por seu primeiro nome em e-mails ou apresentar recomendações de produtos com base em compras anteriores, mensagens personalizadas irão ajudar a aumentar os resultados das ações.

3. Acompanhamento e melhor tomada de decisões: Com informações atualizadas e de qualidade, é possível garantir mais segurança na tomada de decisões estratégicas e operacionais e promover excelência na experiência do cliente. Isso reforça a importância de que é necessário validar os dados no momento da coleta e realizar a manutenção da base ao longo do tempo.

4. Automação e crescimento seguro: Ao iniciar um negócio, a quantidade de dados com que se trabalha pode ser muito pequena. Mas, à medida em que o negócio cresce, há o risco desta gestão sair do controle. Inicie a coleta e validação da qualidade dos dados logo no início de seu empreendimento. Isso abre oportunidades e permite que a sua empresa cresça com segurança.

5. Coleta de dados: A melhor fonte para coletar novos dados de contato é através das informações que chegam ao seu site. Em média, 98% do tráfego que chega por esse canal sairá sem se converter em um contato ou um cliente. Antes de investir na geração de tráfego, comece com práticas simples de otimização de taxa de conversão para garantir uma coleta eficaz de informações de seus clientes e prospects.

6. A importância do e-mail: O e-mail continua sendo o canal mais eficaz em termos de ROI. Por isso, para obter mais informações sobre as pessoas que navegam em seu site, utilize um pop up solicitando algumas informações e o e-mail do visitante. Isso aumenta a conversão de tráfego e ajuda na construção do seu banco de dados. Funciona também como oportunidade para validar as informações coletadas.

7. Verificação de e-mail e de endereço de correspondência: A validação é fundamental para reduzir as taxas de rejeição de e-mails, melhorar a reputação do remetente e aumentar a produtividade. No caso de endereços de correspondências, a atenção deve recair sobre como os dados foram inseridos, de forma a evitar endereços incorretos.

8. Aumente o engajamento: Envolva os visitantes do seu site em momentos-chave durante a navegação. Na chegada, na saída e em páginas de destino de alto tráfego são momentos perfeitos para gerar engajamento.

9. Materiais de incentivos: O uso de alguma forma de incentivo para ativar um e-mail opt-in pode aumentar consideravelmente a conversão de tráfego e coleta de dados. Incentivos comuns incluem descontos, frete grátis e brindes com compra. Conteúdo – como e-books, white papers e materiais de marketing – também funcionam para atrair o público-alvo.

10. Garanta a qualidade dos dados: A imprecisão ou falta de dados gera custos e perdas financeiras, comprometendo as ações de relacionamento com clientes, prospects e fornecedores. Ou seja, muitos itens de ação e decisões derivam de dados de contato precisos. Para pequenas empresas, é importante certificar-se de que cada real usado de forma inteligente, matem o crescimento sustentável do negócio.

Fonte: Serara Experian